domingo, 23 de julho de 2017

42 Anos depois

Provavelmente não estamos na mesma, ou como diz o poeta

“Temos falta de cabelo
três ou quatro cicatrizes
sofremos de inquietação.
Muitas vezes nos disseram
como é rápido o deslize
mesmo assim nunca deixámos
de dar corda ao coração.

…Mas o que está cada vez melhor é a amizade que nos liga, porque “Os Amigos não têm prazo de validade.”

domingo, 9 de julho de 2017

Uma exposição de bom gosto que não chega às pessoas.

Entre 10 de Junho e 10 de Agosto pode ser visitada no CCC o grande evento anual do desenho de humor na imprensa internacional, o WORLD PRESS CARTOON.

Trata-se da 12.ª edição deste evento que chega às Caldas da Rainha depois de ter passado por Sintra e Cascais.

Segundo os seus promotores "Um dos grandes caricaturistas portugueses está intimamente ligado às Caldas. Rafael Bordalo Pinheiro produziu aqui grande parte da sua obra. Por isso, achámos que fazia todo o sentido acolher este evento, sabendo que é um enorme desafio".

Concordo inteiramente, pena é que esta magnífica exposição passe ao lado da população, e obviamente por culpa de quem a promove, com a agravante de ter sido feito um investimento muito avultado neste certame, mas nesta terra as pessoas têm dificuldade em fazer eventos para o “Povo”, principalmente quando o dinheiro não é deles.



quinta-feira, 6 de julho de 2017

Uma Rotunda é uma Rotunda...mas algumas são especiais


É este magnífico Leão que guarda o novíssimo Pavilhão João Rocha, a casa das modalidades do Sporting.

sábado, 24 de junho de 2017

Bordalo, o Livro, uma Amiga

Hoje Bordalo Foi ao Parque à Rua dos Plátanos, onde está o seu busto desde 1927.
A minha amiga Isabel Castanheira, com a sua paixão Bordaliana que se reconhece, foi lá apresentar mais um livro sobre o “Mestre”.
Fazer o elogio da Isabel, nem me atrevo porque sou suspeito e por isso melhor é valer-me das palavras do José Luis, director da Gazeta das Caldas.    
“A nossa amiga Isabel Castanheira demonstra com esta publicação que, numa pesquisa em apenas três anos das nossas edições, por feliz acaso os três primeiros anos da vida do jornal, consegue reunir uma variedade de textos impressionante, que pelo tema, pertinência e importância, ajudam a (re)construir uma parte da história local ligada à cerâmica.
Rafael Bordalo Pinheiro é uma personalidade caldense, por adopção, que marcou fortemente a história da nossa terra, que hoje ainda muito lhe deve, muito mais do que aquilo que ele lhe deu. 
De igual forma, ainda hoje haverá muitos campos por explorar nestes domínios, em que a cidade e a região, podiam beneficiar se soubesse potenciar e valorizar essa herança.”




sábado, 17 de junho de 2017

A Minha Estante – Terra de Águas

Este é um livro obrigatório para quem quiser conhecer a história da Cidade de Caldas da Rainha
De muitos documentos históricos de grande interesse transcrevo um que a Associação Comercial entregou em mão ao Rei D. Carlos em 27 de Janeiro de 1904, acerca da candidatura caldense a ponto de passagem da linha ferroviária Setil-Peniche cuja viabilidade em 1899 o Governo encarregou uma comissão presidida por Paiva Couceiro de estudar.
Esta carta era assinada por Rafael Bordalo Pinheiro, Presidente da Assembleia Geral da Associação Comercial.
"Senhor - A Associação Comercial e Industrial das Caldas da Rainha no intuito de contribuir quando possa para a prosperidade desta vila, e consequentemente para o justo engrandecimento do seu comércio e indústria, vem respeitosamente suplicar perante Vossa Magestade para que superiormente seja determinado que o entroncamento da linha Oeste, no projecto de caminho de ferro de Setil a Peniche, na zona compreendida entre Mondego e o Tejo, se faça na estação desta vila. A par das vantagens de tal medida advêm para esta vila, merecedora da ajuda do Governo de Vossa Majestade, pela sua importância como centro comercial e industrial e como estância balnear de primeira ordem, sem dúvida a de maior afluência do país, frequentada por suas Majestades e Altezas, e pela côrte, muito se contribui para que o estrangeiro especialmente dos nossos vizinhos espanhóis, haja mais fácil comunicação, economia e comodidade, desde que fique, tal como se implora, directamente ligada a esta estação termal mais uma via acelerada. O Governo de Vossa Majestade, avaliando a justiça do nosso pedido, sem dúvida o atenderá, dando com o seu deferimento à nossa súplica maior valor a esta praça e aos seus comuns interesses, e proporcionando-nos motivos para a nossa justíssima gratidão".

Titulo:
Terra de Águas
Autor:
Câmara Municipal das caldas da Rainha
Ano:
1993

domingo, 11 de junho de 2017

A Minha Estante – Museu da Cerâmica


Deste excelente roteiro do Museu da Cerâmica, destaco uma referência à obra de Francisco Elias e uma fotografia muito rara de António Costa Mota Sobrinho.
“A miniatura foi um género desenvolvido na Fábrica de Faianças, por um dos seus operários, Francisco Elias (1869-1937), discípulo de Bordalo Pinheiro, que representou, além de peças inspiradas na ourivesaria quinhentista, várias figuras e tipos populares em barro usando dimensões Ínfimas e, posteriormente, dedicou-se a esta especialidade em oficina própria.


Titulo:
Museu da Cerâmica
Autor:
Cristina Horta
Ano:
2007

domingo, 28 de maio de 2017

A Minha Estante – Um roteiro com foto bonitas…mas!!!!

Este pequeno roteiro da autoria de João B. Serra e João M. Pereira, publicado em Abril de 2017, tem um aspecto gráfico muito interessante, óptimas fotografias, mas em termos de utilidade…
Enfim, esta é a minha opinião que vale o que vale, mas penso que um roteiro não é isto, este é demasiado elitista e não chegas às pessoas.  
Titulo:
Caldas da Rainha – Um Roteiro
Autor:
João B. Serra e João M. Pereira
Ano:
2017


domingo, 21 de maio de 2017

Colecção de Cromos - Navios e Navegadores

Hoje na minha ida semanal a Lisboa deparei-me com uma excelente feira de coleccionismo e artesanato que assentou arrais em toda a Avenida da Liberdade.
Claro que fiz a visita que se impunha e “enfeirei” esta magnifica Caderneta de Cromos “Navios e Navegadores” que a minha geração bem se lembra de coleccionar. Eu mesmo colei vários cromos nesta caderneta, mas os anos encarregaram-se de dar descaminho, por isso com esta compra regressei ao passado.
Esta colecção de 267 cromos foi publicada em 1962 pela Agência Portuguesa de Revistas e na capa apresentava uma belo desenho do navio “Santa Maria” que viria a ficar ligado ao assalto levado a cabo por Henrique Galvão.
Sobre os cromos, todos desenhados, é de salientar a alta qualidade gráfica, nomeadamente das embarcações Nacionais cujos desenhos se supõe que sejam da autoria de Carlos Alberto Santos.   

domingo, 14 de maio de 2017

Os meus 65 anos


domingo, 7 de maio de 2017

24º Encontro Antigos Alunos

FOTOGRAFIAS DO 2º ENCONTRO ANTIGOS ALUNOS

24 Encontro Antigos Alunos


domingo, 30 de abril de 2017

domingo, 23 de abril de 2017

O meu 25 de Abril


sexta-feira, 24 de março de 2017

A Minha Estante – Vidro o outro nome da Terra

Este livro publicado por altura do centenário da morte de Rafael Bordalo Pinheiro, foi o catálogo de uma exposição de Ferreira da Silva na galeria Osiris.
Sobre a sua biografia destaco este parágrafo, que achei muito interessante.
…Na Secla, conheceu Hansi Staell que desenhava modelos para a produção. A artista, de nacionalidade húngara, consolidara uma viragem cultural na empresa, que levara ao abandono do padrão tradicional da louça das Caldas em favor de novos conceitos de designo
Fora do rígido horário laboral, Ferreira da Silva, prosseguia a sua busca de um espaço mais pessoal e criativo. Beneficiou então da experiência e camaradagem de Hernâni Lopes, então professor na Escola Comercial e Industrial caldense, um excelente pintor, discípulo de Abel Manta e que frequentara as aulas de Vasquez Dias em Madrid. Reencontrou Júlio Pomar que veio até às Caldas fazer um mural para o Café Central e na ocasião frequentou o Studio da Secla e realizar algumas peças cerâmicas.

Titulo:
Vidro o outro nome da Terra
Autor:
Câmara Municipal de Caldas da Rainha
Ano:
2006

quinta-feira, 23 de março de 2017

Marcas da II Guerra em Caldas da Rainha

Este livro foi editado pelo Património Histórico, para servir de apoio á exposição sobre as Marcas da II Guerra nas Caldas da Rainha, que decorreu em Outubro 1998, na galeria Municipal, Osíris.
Deste catálogo destaco uma fotografia que documenta a queda de um avião perto das Gaeiras.
Esta foto é de 8 de Maio de 1941 e é da autoria de Neto Pereira.  

quinta-feira, 16 de março de 2017

ELECTRO LIDER – 30 Anos

Não sendo muito tempo, no actual panorama comercial é um feito de assinalar, e só possível porque durante estes anos procurámos seguir uma filosofia de verdade e ao mesmo tempo privilegiar a qualidade.
Estamos orientados para as necessidades do mercado da electrónica proporcionando as melhores soluções, apoiados numa diversidade de produtos e de stock consistentes, o que nos permite prestar aos nossos clientes um serviço personalizado, atempado e fiável.

A relação de parceria com clientes e fornecedores, dá-nos força para podermos acreditar num futuro próspero e longo, embora nenhum caminho seja longo quando os amigos nos acompanham.

domingo, 12 de março de 2017

A Minha Estante – Uns aos Outros


“Em onze de Março de 1860, reuniram a convite do Sr. Joaquim Hermenegildo Gomes Pereira, em sua casa um grupo de individualidades moradores na Vila de Caldas da Rainha, a fim de lhes expor o plano da Fundação de um Montepio para socorrerem uns aos outros quando se encontrassem impossibilitados de trabalhar por doença.”
E assim nasceu uma das mais importantes instituições da Cidade.
Este livro editado pelo Património Histórico em 2000, da autoria de Rui Correia, faz o percurso histórico desta Associação que teve a sua primeira sede na antiga Rua do Borralho, hoje Rua Emídio Jesus Coelho, conforme se pode constatar pela fotografia  


Titulo:
Uns aos Outros
Autor:
Rui Antunes Correia
Ano:
2000

sábado, 11 de março de 2017

A Minha Estante – Acção da Rainha D.Leonor

A Dra. Deolinda Ribeiro, que foi uma professora marcante da Escola Rafael Bordalo Pinheiro, publicou um livro muito interessante sobre a Rainha D. Leonor  

Pode ler-se no prefácio do Dr. Fernando Correia:
O Livro “A Acção da Rainha D. Leonor” é um dos melhores estudos que conheço sobre a figura da nossa notável Rainha, síntese perfeita da sua psicologia, da sua obra e do meio complexo de um tempo trágico e esplêndido em que viveu.
…A Autora, Dra. Deolinda Ribeiro, que ia ser a primeira senhora do concelho das Caldas a formar-se numa Universidade, nascera numa aldeia ligada, precisamente á lenda da fundação do Hospital e da Vila pela Rainha D. Leonor.
A circunstância de ter nascido no Chão da Parada, uma aldeia rural, tornou-a numa mulher que apreciava muito os lavradores sendo conhecida uma quadra tão castiça que proferia:

Sapateiros e carpinteiros
E alfaiates… nada são!
-Homens são os lavradores
Que enchem a casa de Pão

Titulo:
Acção da Rainha D.Leonor
Autor:
Deolinda Margarida ribeiro
Ano:
1947

quarta-feira, 8 de março de 2017

Dia da Mulher

8 de Março é o dia Internacional da Mulher e para que não digam que eu não sou sensível, aqui ficam as 3 mulheres da minha vida.

domingo, 5 de março de 2017

A Minha Estante – Invasão Francesa e os Fuzilamentos nas Caldas da Rainha

Da autoria do Dr. Mário Tavares, em colaboração com a Câmara Municipal de Caldas da Rainha, foi publicado em 2011 um livro sobre os Fuzilamentos nas Caldas da Rainha que ocorreram durante as Invasões Francesas, que segundo João José Brandão Ferreira, foram um facto histórico maior na História de Portugal injustamente esquecido.  
Deste livro saliento o registo da carta enviada a Napoleão pelo General Junot, que dava conta da do fuzilamento de 9 Caldenses.
Julga-se que a execução teve lugar na parede em frente ao Hotel Cristal.

sexta-feira, 3 de março de 2017

A Minha Estante – Caldas da Rainha – Roteiro de 1926

Este Roteiro-Guia das Caldas foi editado pela Gazeta das Caldas no ano de 1926.
Uma leitura pelas suas páginas dá-nos uma perspectiva de como era a vida na Vila das Caldas que por esta altura contava com 7 mil habitantes e tinha nas Termas o seu núcleo de desenvolvimento, gerando á sua volta um comércio que prosperava.

…Hotéis e hospedarias há-os bem montados, desde os mais modestos aos mais confortáveis. Os preços variam, como em toda a parte segundo as oscilações da carestia da vida. Entretanto é proverbial a barateza das Caldas, havendo pensões desde as mais baratas às de luxo. Por 15$00 diários ficava-se bem instalado numa pensão, e nos melhores hotéis havia bastantes quartos a 25§00, até mesmo a 20$00.  

Titulo:
Caldas da Rainha – Roteiro de 1926
Autor:
Gazeta das Caldas
Ano:
1926

quinta-feira, 2 de março de 2017

A Minha Estante – Caldas da Rainha no tempo da II Guerra Mundial


Neste Livro editado pelo Património Histórico, da autoria de Mário Tavares, podemos constatar o fascínio que o autor tem pelos acontecimentos que marcaram a vida social das Caldas durante o período da II Guerra Mundial.
Durante este período, muitas dezenas de aviões caíram ou aterraram de emergência em território Nacional e as tripulações eram depois enviadas para as Caldas até ser possível fazê-las regressar às origens, e também por esse motivo, era impressionante o número de espiões e agentes secretos que por aqui andavam.
O episódio da aterragem forçada de um bombardeiro da RAF, na Foz do Arelho, e descrita no livro, é um bom exemplo,
É curioso a forma como Caldas da Rainha aparece referenciada na época, nomeadamente por Don Howell, elemento da tripulação de um avião que aterrou de emergência na zona de Peniche.

-“Caldas era um a cidade de refugiados, sendo muitos Judeus que a Gestapo, através dos seus espiões procuravam controlar, era uma cidade pobre e andavam sempre vestidos de preto, os meios de transporte eram os burros, a bicicleta e alguns automóveis muito antigos, movidos a gás como combustível.”  
Titulo:
Caldas da Rainha no tempo da II Guerra Mundial
Autor:
PH – Mário Tavares
Ano:
2009

domingo, 26 de fevereiro de 2017

A festa do Carnaval

O Carnaval mais do que uma data no calendário é um estado de alma, e se há festas com tradição esta é uma delas.
Para ilustrar esta data aqui fica um panfleto muito interessante que o meu amigo Fernando Santos me facultou, e que ilustra bem o glamour do carnaval de outros tempos.
Esta e outras publicações de documentos antigos, fez-me lembrar o comentário de um amigo que me disse ; -"tu moras aonde tão só casas velhas,  é para isto que servem os blogs e Facebook, para eles não esquecerem que elas existem, fazem parte da nossa memória que é a nossa vida.”

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Zeca Afonso um símbolo da Liberdade

Faz hoje 30 anos que desapareceu um dos mais brilhantes músicos da revolução, José Afonso.
Encontrei-o várias vezes aqui nas Caldas da Rainha, Já numa fase difícil da sua vida, julgo que vinha para as termas.
Zeca é um ícone, um símbolo da liberdade, mas quando passou a património político, a sua música foi quase esquecida.
Foi músico, poeta, nome da revolução, mas foi também professor. Quando passam 30 anos da sua morte, presto a minha singela homenagem com esta estatueta feita por um brilhante ceramista Caldense, Constantino de seu nome.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

A Minha Estante – Grandela e a Foz do Arelho

Este Livro editado pelo Património Histórico, da autoria de Vasco Trancoso. É um documento muito interessante sobre a obra de Francisco de Almeida Grandela que foi um Homem com uma dimensão enorme com uma obra filantrópica que deixou marcas.
Republicano assumido, foi um comerciante notável.  
Começou a sua actividade como marçano na Rua dos Fanqueiros, depois de passar por outra casa na Rua da Prata, em 1879 abria na mesma rua o seu primeiro estabelecimento comercial “ Fazendas Barata”.
Pioneiro de algumas técnicas inovadoras de marketing. Dois anos mais tarde abria no Rossio, as “Lojas do Povo”, com a sua fachada pintada de Vermelho, cor que fardava os empregados.
Em 1907 inaugurava os “Armazéns Grandela” com pompa e circunstância, onde estiveram presentes diversas Figuras da República, como Bernardino Machado, Afonso Costa, João Chagas e outros.
Em Agosto de 1911, abre nas Caldas da Rainha uma filial dos Armazéns do Chiado.
Francisco de Almeida Grandela, empenhado na luta contra o analfabetismo, assumiu a responsabilidade de edificação de várias Escolas, entre as quais a da Foz do Arelho em 1909.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

A Minha Estante – Zé Povinho 1875

Este livro de José Augusto França, editado em 1975, foi dedicado ao centenário do Zé Povinho, esta genial invenção do Rafael Bordalo Pinheiro.
“Um dia virá talvez em que ele mude de figura e mude também de nome para, em vez de se chamar Zé Povinho, se chamar Povo.
Mas muitos impostos novos, novos empréstimos, novos tratados e novos discursos correrão na ampulheta constitucional do tempo antes que chegue esse dia tempestuoso.”

(Ramalho Ortigão…1882)

Os anos passaram mas este texto continua cheio de actualidade.

Titulo:
Zé Povinho 1875
Autor:
José Augusto França
Ano:
1975

domingo, 19 de fevereiro de 2017

O homem dos mil dedos


Carlos Paredes (Coimbra, 16 de Fevereiro de 1925 — Lisboa, 23 de Julho de 2004)
Foi um dos grandes guitarristas e é um símbolo ímpar da cultura portuguesa. Foi um dos principais responsáveis pela divulgação e popularidade da guitarra portuguesa e grande compositor.
Carlos Paredes foi um guitarrista que para além das influências dos seus antepassados - pai, avô, e tio, tendo sido o pai, Artur Paredes, o grande mestre da guitarra de Coimbra - manteve um estilo coimbrão, a sua guitarra é de Coimbra, e a própria afinação era do Fado de Coimbra. A sua vida em Lisboa marcou-o e inspirou-lhe muitos dos seus temas e composições. Ficou conhecido como O mestre da guitarra portuguesa ou O homem dos mil dedos.
Ilustra este texto uma magnífica peça de cerâmica do Constantino.

sábado, 18 de fevereiro de 2017

A Minha Estante – Catalogo da Exposição de Arte Infantil

Este livro editado pela Comissão Municipal de Turismo, em 1955 revela-nos os “Artistas” da época, que participaram na exposição de Arte Infantil.
Como encontrei muitos nomes de amigos/as que conheço quero partilhar convosco estas 20 páginas.